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Maquininha de Cartão: como escolher a ideal para vender

Escolher a maquininha de cartão certa pode definir o fluxo de caixa do seu negócio. Entenda as diferenças entre taxas, aluguel e prazos de recebimento para tomar a melhor decisão.

Helô Sampaio
Helô Sampaio Jornalista de cultura · 24 de agosto de 2026
Maquininha de Cartão: como escolher a ideal para vender
6.7/10
VereditoEscolher a maquininha de cartão certa pode definir o fluxo de caixa do seu negócio. Entenda as diferenças entre taxas, aluguel e prazos de recebimento para tomar a melhor decisão.

A maquininha de cartão se tornou item essencial para quem vende, seja em loja física, delivery ou em feiras. Com opções que vão de modelos com taxa zero a planos com aluguel mensal, a decisão envolve comparar o custo por transação e a velocidade do repasse.

Para quem está começando, a resposta direta é: escolha uma maquininha que aceite crédito, débito, Pix e NFC, sem taxa de aluguel, e que ofereça recebimento na hora. Esse perfil atende a maioria dos pequenos negócios e MEIs, que precisam de previsibilidade no fluxo de caixa.

Taxas e aluguel: o que pesa no bolso

As taxas por transação variam conforme a bandeira e o tipo de pagamento. Débito costuma ter custo menor que crédito, e o crédito parcelado pode elevar o percentual. Algumas maquininhas cobram aluguel mensal, outras não. Para quem vende pouco, a taxa zero com recebimento em D+1 pode ser mais vantajosa que um plano com aluguel e repasse na hora.

Uma ressalva: taxas promocionais, como 0,57% no crédito, costumam valer para um período inicial e depois mudam. Leia o contrato e simule com o seu ticket médio.

Recebimento: na hora ou em prazos

O prazo de repasse define quando o dinheiro entra na conta. Receber na hora tem custo maior, enquanto D+1 ou D+2 reduz a taxa. Para quem tem capital de giro, vale optar por prazos maiores e economizar. Para quem depende da venda do dia, o repasse imediato pode ser a diferença entre pagar um fornecedor ou não.

Como escolher entre as principais marcas

PagBank, Mercado Pago e Ton estão entre as mais citadas. PagBank oferece taxa zero no débito e no crédito à vista em alguns planos, com recebimento na hora. Mercado Pago permite vender em até 18x e tem integração com o ecossistema do Mercado Livre. Ton trabalha com taxas a partir de 0,57% no crédito, mas exige atenção às condições de cada plano.

Nenhuma marca é universal. A escolha depende do seu volume, do seu público e da sua necessidade de crédito parcelado. Teste mais de uma maquininha antes de fechar contrato.

Perguntas Frequentes

Qual a melhor maquininha de cartão para MEI?

Para MEI, o ideal é uma maquininha sem aluguel, com taxa zero no débito e recebimento em D+1, como as oferecidas por PagBank e Mercado Pago.

Como funciona o aluguel de maquininha?

O aluguel é uma cobrança mensal fixa pelo uso do aparelho. Algumas empresas oferecem isenção para planos com taxa maior por transação.

O que é NFC na maquininha?

NFC é a tecnologia de pagamento por aproximação, que permite ao cliente encostar o cartão ou o celular na maquininha para pagar, sem inserir o chip.

Quanto custa uma maquininha de cartão?

O custo varia: modelos básicos podem sair de graça em planos com taxa por transação, enquanto modelos com tela e bateria maior podem ter custo de aquisição ou aluguel. taxas maquininha melhor maquininha para MEI

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