Crítica · Análises e Críticas

Livro com textos de Pierre Verger é lançado em SP

ResumoO livro Iorubahia, lançado em São Paulo pelo Instituto Çarê em parceria com a Fundação Pierre Verger, reúne 12 ensaios do fotógrafo e pesquisador francês Pierre Verger, sendo 4 inéditos, escritos entre 1958 e 1972. O lançamento ocorre nesta quarta-feira (16), com entrada gratuita.

Parceria do Instituto Çarê com a Fundação Pierre Verger, o livro Iorubahia reúne 12 ensaios do autor, 4 inéditos, escritos entre 1958 e 1972. Lançamento nesta quarta-feira (16), em São Paulo, com entrada gratuita.

Ariane Coutto
Ariane Coutto Pesquisadora de dramaturgia · 16 de setembro de 2026
Livro com textos de Pierre Verger é lançado em SP
8.6/10
VereditoParceria do Instituto Çarê com a Fundação Pierre Verger, o livro Iorubahia reúne 12 ensaios do autor, 4 inéditos, escritos entre 1958 e 1972. Lançamento nesta quarta-feira (16), em São Paulo, com entrada gratuita.

O livro Iorubahia, com textos de Pierre Verger, será lançado nesta quarta-feira (16) em São Paulo. A obra reúne 12 ensaios do autor, 4 deles inéditos, escritos entre 1958 e 1972, período em que viveu entre Salvador e a Nigéria. O lançamento é uma parceria do Instituto Çarê com a Fundação Pierre Verger, com entrada gratuita e retirada de ingressos 1 hora antes.

A coletânea foi organizada em 3 eixos: os aspectos históricos das relações transatlânticas, a religião Iorubá e a cultura, conhecimento e oralidade Iorubá. A organizadora da obra e coordenadora do Espaço Cultural Pierre Verger, Ângela Lühning, afirma que a proposta é revelar um outro olhar sobre Verger.

"Um Verger múltiplo, que vai além de uma categoria única do Verger, apenas fotógrafo ou apenas escritor voltado para temáticas históricas, o Verger, supostamente, apenas dedicado a estudos sobre o Candomblé e religião afro-brasileira de influência Iorubá. O Verger que dialoga com tudo isso e um pouco mais, de uma forma talvez um pouco surpreendente em vários textos", explicou.

Pierre Fatumbi Verger nasceu em Paris em 1902 e iniciou sua trajetória profissional como fotógrafo viajante. Em 1946, mudou-se para Salvador, cidade que nunca deixou de fazer parte de sua vida até sua morte, em 1996. Especializou-se na fotografia documental e de campo nas áreas de antropologia, história, conhecimentos orais e botânica. Também foi um grande estudioso da cultura, com atenção especial às relações entre o Brasil, em particular a Bahia, e a África Ocidental, à diáspora africana, à religião dos orixás e às tradições orais da cultura Iorubá.

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